Minhas sinceras desculpas

Há um bom tempo estou lutando contra a vontade de voltar a escrever aqui no blog, mas o tempo, nem mesmo a energia ou inspiração, têm sido aliados nessa meta.

Eu que pensei que durante esse enorme “tempo livre” que teria, minha mente ia pensar em várias e várias coisas legais pra compartilhar. Mas o negócio é o seguinte: quando se está quase acamada, sem poder sair de casa e pensando na vida que poderia estar vivendo do lado de fora dos portões, não há muitas histórias legais pra se compartilhar.

Então, queridos leitores (se é que vocês ainda existem), peço desculpas por ter abandonado esta página da internet que durou muito mais tempo do que o previsto. Mais desculpas ainda por não dar nenhum sinal de quando a mesma ressuscitará.

MIN PERDOUEM...rs

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3 opiniões sobre “Minhas sinceras desculpas

  1. Nossa Raíssa, ótimo texto, vou levá-lo como uma lição de vida!
    Hahaha brincadeira.
    Menina, sabe o que você faz? Coloca uma música bem de fossa, depois abre aquela caixa da sua mãe cheia de fotos; ou então tente se lembrar daquela pessoa que você amava mas te machucou; ou ainda nos relate sua experiência pós operatório. Você pode também assistir a um desses filmes dramáticos como “A procura da felicidade”, ou “7 vidas” e depois escrever as reflexões que teve por causa disso.
    Vamos lá, vamos lá, inspire-se. Assunto é o que não falta. =D

  2. Tira essa Fernanda daêê!!!!
    Rá, o seu blog já é um patrimônio dos universitários do jornal-noturno da Metô. Você não tem o direito de encerrá-lo beleza?!
    (Opa Nico, pera aê… intimidar não é o caminho… try again)

    Então Raíssa,
    que fique claro que não estou incentivando a criação de textos sem sentido ou algo do tipo, mas acho que você pode estar procurando a inspiração como se ela fosse um tesouro enterrado, ignorando a possibilidade dela estar aí, na poeira da sua estante ou no vento que balança a cortina.
    Você tem um talento ABSURDO, Rá… tenho certeza que consegue fazer textos excelentes sobre qualquer tema que se propor a escrever.
    Não ouça músicas de fossa ou veja as fotos da sua mãe (ou até faça isso). Como você mesma comentou em um dos seus textos, seria “injusto continuar com aqueles textos tristes, de saudade e de dor, quando o que eles (Seu Manoel e Dona Lourdinha) mais quiseram me ensinar foi a RIR”
    Esperamos continuar lendo, rindo e nos emocionando com o Un’abitudine.

    “Say what you say, but say that you’ll stay” 😉

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