Medo do medo

Medo é o que não me falta. Medo eu tenho de monte, talvez até demais. Medo de perder os que são especiais na minha vida, de deixar a escapar uma oportunidade ótima e única, de continuar caindo sem mais nem menos e, sei lá, quebrar a perna bem na época da minha formatura; ou pior, de não me formar. Medo de sapos, ratazanas e intuições fortes demais.

Mas se tem uma coisa que eu não tenho medo é de falar. E se você me conhece um pouco, deve saber bem desse meu talento um tanto quanto perturbador.

Pra captar se algo anda bem incomum na minha vida, é só reparar se eu ando desabafando de menos. Se sim, preciso de manutenção mental urgente! E pra ter certeza que algo anda absurdamente fora dos trilhos, é só reparar se fiz algo diferente nos cabelos [já contei isso num post antigo]. Caso a alternativa anterior seja confirmada, investigue um pouco mais para saber quão abalada eu posso ter ficado com a mudança repentina.

Arrisco dizer que se a informação descoberta foi a de que não derramei uma lágrima sequer durante o momento Camila Lacerda Ferrari, isso só pode signifcar que o receio de ser sincera e soltar o verbo com outrem E comigo mesma ultrapassou todos os limites, principalmente pra alguém que sempre foi conhecida por falar demais…

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